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 (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن

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Kamikaze
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MensagemAssunto: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Seg Maio 02, 2011 3:57 pm




As perspectivas advogadas por Bin Laden, não exatamente no que se refere a seu conteúdo específico, mas, sobretudo, no que tange o ethos arcano que encarnam, reverberam inequivocamente o universo do Traditionswelt descrito por autores como o italiano Julius Evola. Trata-se, com efeito, da visão de mundo de um homem que vai decididamente de encontro ao caráter utilitário, pragmático e 'quantificável' da modernidade, em nome dos valores perenes d'uma Ordem transcendente, atemporal. É, portanto, a contraposição essencial, transfigurada em conflito político, entre a dimensão contingente, transitória, cambiável e finita do TEMPO e a esfera necessária, permanente, imutável e infinita da ETERNIDADE; ou então, nos termos d'uma belíssima declaração do líder taliban, Mullah Omar ("Não tememos a morte, pois já estamos mortos; assim sendo, combatemos no Tempo, mas vivemos na Eternidade"), do confronto entre 'guerreiros santos' sublimados pela lux aeterna da Tradição, e vacilantes 'homens ocos' (apud TS Eliot) sob a égide do materialismo espiritual do Ocidente contemporâneo, seres avessos ao substrato mítico e religioso que lastreia seus alicerces históricos e culturais, em ruptura flagrante com as raízes mais atávicas de sua própria existência. Poderíamos aqui recorrer, confirmando a hipótese evoliana a propósito da unidade vital entre as diversas esferas da Tradição, às palavras de um guerreiro proveniente d'um universo cultural de todo distinto do de Bin Laden, o samurai Yamamoto Tsunetomo (1659 - 1719): “Todos os dias, sem falta, devemos nos considerar mortos. Existe um ditado dos antigos: ‘Saia de baixo do beiral do telhado, e você é um homem morto. Saia pelo portão e o inimigo está esperando’. Não é questão de ser cuidadoso. É considerar-se morto de antemão”. Em outras palavras: aqueles que combatem na Eternidade, isto é, cuja guerra assume uma dimensão cósmica, destarte transcendendo todos os limites do espaço-tempo, não podem ser derrotados pelos escravos do 'Reino da Quantidade', das sombras voláteis e fugidias do ‘Agora’, submetidos ao fluxo errático e transitório do Tempo. Consoante Evola a define, trata-se, sobretudo, da revolta sagrada do sentido atávico da existência contra os falsos ídolos da razão, cujo móvel seria aniquilar qualquer anseio por realização espiritual na alma do homem contemporâneo. Tal perspectiva, que predica a nobreza do espírito ascético do ‘Aristocrata de Espírito’ em meio à desintegração política, moral e cultural, sob a égide das ideologias iluministas, da civilização ocidental é, vale dizer, sintetizada à perfeição num dos mais incisivos ensaios do autor italiano, Orientações (1971): "No sentido espiritual, existe efetivamente algo que pode servir como orientação para as nossas forças de resistência e de revolta: este algo é o espírito legionário. É a atitude de quem sabe escolher o caminho mais duro, de quem sabe combater mesmo sabendo que a batalha está materialmente perdida, de quem sabe reviver e revalidar as palavras da antiga saga nórdica: «A fidelidade é mais forte do que o fogo»."


*


Não seria desarrazoado especular que ínclitos apóstolos da 'Revolução Conservadora', tais como Julius Evola, Gottfried Benn ou Ernst Jünger, fossem incapazes de compreender a real dimensão d'uma figura histórica como Bin Laden; afinal de contas, mesmo homens de gênio são permeáveis aos condicionamentos ideológicos de seu tempo. Não obstante, ouso afirmar que um pensador como Aleksandr Dugin, por exemplo, livre do reducionismo conceitual gerado por uma clivagem ideológica que hodiernamente não faz mais sentido - a dicotomia clássica entre 'esquerda' / 'direita' -, está apto a entender que Bin Laden é hoje um elemento axial na articulação política d'uma nova síntese dinâmica entre, por um lado, as sempiternas e vivificantes raízes da Tradição e, por outro, a miríade de perspectivas, à ‘esquerda’ e à ‘direita’, do antilberalismo e anticapitalismo. Vale sublinhar, aliás, que o próprio líder mujahid percebe com clareza, ainda que por vias distintas (notadamente em sua virulenta crítica à adoção, por parte de certos ulema e imams na Arábia Saudita e outros países muçulmanos, de esquemas conceituais oriundos da mentalidade laica da intelligentsia ocidental pós-iluminista), a essência primordial da tragédia política moderna: o conflito entre capitalismo e comunismo, liberalismo e marxismo, é a guerra fratricida entre dois 'grandes irmãos', incontrastável manifestação da contenda ancestral entre as duas cabeças de Janus, as duas grandes emanações da razão iluminista convertida em deidade secular, enquanto a Tradição, verdadeira inimiga de ambos, ausentava-se da ribalta histórica a partir de fins do século XVIII. A esse respeito, a famosa tese advogada pelo cientista político norte-americano Samuel Huntington a propósito da natureza do conflito central da contemporaneidade, cujo locus privilegiado seria a dicotomia Ocidente / Oriente, não passa de um espantalho, um 'cavalo de tróia', a ocultar, se calhar deliberadamente, a natureza essencial do conflito em tela, ou seja, que envolve o ressurgimento do ethos tradicional como força política atuante. Assim sendo, o antagonismo não é geográfico, nem tampouco político ou cultural; é, ao contrário, de índole ESPIRITUAL, no sentido mais profundo do termo.


*


Tendo em vista o quadro de referência acima esboçado, o célebre '11 de Setembro' constitui, quero crer, uma manifestação concreta e inequívoca da 'revolta contra o mundo moderno' evoliana; e tal 'revolta' não é de forma alguma apanágio exclusivo do Oriente, tal como pretendem certos intérpretes ‘culturalistas’, mas se inscreve na esfera universal da TRADIÇÃO. Com efeito, a crença de que há uma dimensão superior ao mero devir temporal, de que o tempo, como diria Platão no Timeu, é apenas "a imagem móvel da Eternidade", alimenta o fulgor sagrado daqueles que se vêem investidos nas lides da guerra santa contra a pseudoconsciência fugaz e fragmentária da modernidade. Por um lado, a magnífica operação de jihad capitaneada por Sheykh Bin Laden demonstrou que a força impertérrita duma convicção ancestral pode superar o poder temporal do 'Reino da Quantidade', ou seja, que o pretensamente inexpugnável moloch não é invencível; e por outro, que é possível atuar politicamente no mundo contemporâneo sem submeter-se aos desígnios perecíveis do TEMPO, mas sim estando sob a égide rutilante da ETERNIDADE. O '11 de Setembro' é, portanto, uma demonstração cabal e insofismável de que toda a potência tecnológica e militar do 'Império’, onde a guerra é encarada tão somente como instrumento de acumulação de poder material, não pôde resistir à sempiterna e serena força daqueles que compreendem a guerra como esfera de realização espiritual e sublimação do que há de mais nobre e heróico na natureza humana. E mesmo que por ora tal pureza de convicção seja eventualmente apanágio de poucos, vale aqui rememorar a supina divisa de Santo Atanásio: “Se o mundo estiver contra a verdade, então Atanásio estará contra o mundo!”. Destarte, ao homem plenamente plena e visceralmente convicto da divina sabedoria das Leis Eternas não importa o vozerio fátuo e volúvel das multidões, pois ele detém o Caminho, enquanto todos os demais, plenos de orgulhosa insensatez e fátuas, ‘certezas’ fátuas, em verdade vagueiam perdidos por um orco de trevas.


*


Impõe-se, neste momento, a seguinte indagação: por que as emproadas ‘democracias’ ocidentais manifestam tamanho temor em relação a movimentos como a Al Q’aida, o Hamas ou o Hizbollah? A resposta não passa apenas, como soem proclamar os corifeus da ‘guerra ao terror’ (pouco importa se ‘republicanos’ ou ‘democratas’), por meras questões de segurança e estratégia, mas atinge, na verdade, um plano muito mais recôndito e fatal, vale dizer, a terrível e generalizada crise que o Ocidente atravessa em praticamente todos os seus sistemas de crença. Decerto não falo aqui das hordas ignaras de sequazes do tele-evangelismo, por exemplo, ou de outros opiáceos pseudo-espirituais do mesmo jaez, mas sim das elites políticas e intelectuais do Ocidente, ou seja, daqueles que efetivamente têm nas mãos as rédeas de nossas 'democracias'. Ora, sabemos todos que nossas elites estão cada vez mais céticas, cada vez mais destituídas de qualquer convicção profunda, cada vez menos seguras de si mesmas; em contraposição à essa dinâmica, temos em figuras como Osamma Bin Laden um estado de certeza plena, peremptória e inexorável a propósito de seus mais recônditos desígnios. A modernidade vacilante, descrente de si mesma, irreversivelmente submetida à precariedade da lógica temporal, incapaz de gerar qualquer estratégia discursiva nova de legitimação, não pode vencer os que "combatem na Eternidade". Como diria mestre Dugin: "É o retorno dos Arcanjos, a ressurreição dos Heróis, a revolta do Coração contra a ditadura da Razão."


*


É forçoso também fazer uma consideração sobre as eventuais ressalvas que certos vetustos senhores, muito ciosos da ‘pureza’ imaculada dos valores perenes da Tradição, levantam a propósito da ‘heterodoxia’ das concepções religiosas de Bin Laden... sejamos francos, meus caros: que importa se a 'teologia política' de Bin Laden é ou não 'ortodoxa'? O que importa é que ela reverbera, sim, valores tradicionais, sobretudo no que se refere à perspectiva de agir politicamente não em nome de circunstâncias transitórias, reivindicações conjunturais (de ordem classista, nacionalista ou regionalista) ou de valores puramente 'ideológicos', mas sim em nome d'uma esfera de transcendência que ultrapassa a História e o próprio Tempo para consubstanciar-se na Eternidade. Assim sendo, o exemplo de Bin Laden é válido como demonstração da força d'uma convicção transcendente contra os imperativos pragmáticos de poderes políticos em crise terminal de legitimidade. Seria, pois, de bom alvitre que os supracitados ‘custódios’ da Tradição lessem, ao menos por ora, mais Dugin e menos Guénon...


*


Por fim, uma observação a propósito d’um aspecto pouco abordado, mas de grande relevância, a propósito de nosso personagem: muito embora o eixo de gravidade da formação ideológica de Bin Laden seja a leitura do Islã político feita por pensadores wahabbitas ‘heterodoxos’ (mormente os irmãos egípcios Sayyid e Muhammad Qutb, bem como o palestino Abdallah Azzam, todos militantes da Fraternidade Muçulmana), depreende-se claramente da leitura de seus textos que o Sheykh saudita está muitíssimo bem informado a respeito do pensamento político contemporâneo no Ocidente; destarte, através do emprego de certos termos, bem como da natureza de certas reflexões, encontramos os ecos d'uma ampla plêiade de pensadores: de Noam Chomsky a Samuel Huntington, passando por Francis Fukuyama, Anthony Giddens, Michael Parenti, Antonio Negri, Michael Hardt, etc. Bin Laden está plenamente equipado, portanto, para uma análise em alto nível da geopolítica mundial, lide a que amiúde se dedica com grande clareza, lucidez e descortino crítico, surpreendendo assim os que o têm na conta de um 'fanático' religioso primitivo.


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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Seg Maio 02, 2011 9:20 pm

Blá blá blá blá blá. Tomara que ele esteja nesse momento no inferno chupando 17 pirocas.
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Lionel Richie

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Seg Maio 02, 2011 9:50 pm

Okay, eu li. Tenho que separar parte por parte.

Bin Laden escreveu:

Assim sendo, o antagonismo não é geográfico, nem tampouco político ou cultural; é, ao contrário, de índole ESPIRITUAL, no sentido mais profundo do termo.

Manjei. Botar em MAIÚSCULO torna o caráter mencionado em algo profundo.

Bin Laden escreveu:

Tendo em vista o quadro de referência acima esboçado, o célebre '11 de Setembro' constitui, quero crer, uma manifestação concreta e inequívoca da 'revolta contra o mundo moderno' evoliana; e tal 'revolta' não é de forma alguma apanágio exclusivo do Oriente, tal como pretendem certos intérpretes ‘culturalistas’, mas se inscreve na esfera universal da TRADIÇÃO.

Eu vejo total a emoção implícita numa 'revolta contra o mundo moderno' descrita através de um computador.

Bin Laden escreveu:
Com efeito, a crença de que há uma dimensão superior ao mero devir temporal, de que o tempo, como diria Platão no Timeu, é apenas "a imagem móvel da Eternidade", alimenta o fulgor sagrado daqueles que se vêem investidos nas lides da guerra santa contra a pseudoconsciência fugaz e fragmentária da modernidade.

Sem a qual, vale destacar, você não faria a menor idéia do que significa "pseudoconsciência".


Bin Laden escreveu:
Por um lado, a magnífica operação de jihad capitaneada por Sheykh Bin Laden demonstrou que a força impertérrita duma convicção ancestral pode superar o poder temporal do 'Reino da Quantidade', ou seja, que o pretensamente inexpugnável moloch não é invencível; e por outro, que é possível atuar politicamente no mundo contemporâneo sem submeter-se aos desígnios perecíveis do TEMPO, mas sim estando sob a égide rutilante da ETERNIDADE.

Exatamente como a 'jihad' em questão demonstrou isso? Bin Laden passou aparentemente 54 anos preso numa casa em um canto absolutamente remoto, que nenhum de vocês tem a menor intenção de conhecer, eu aposto. Qualquer adorno faux filosófico não muda isso.


Bin Laden escreveu:
O '11 de Setembro' é, portanto, uma demonstração cabal e insofismável de que toda a potência tecnológica e militar do 'Império’, onde a guerra é encarada tão somente como instrumento de acumulação de poder material, não pôde resistir à sempiterna e serena força daqueles que compreendem a guerra como esfera de realização espiritual e sublimação do que há de mais nobre e heróico na natureza humana.

Nada grita mais 'nobre' do que organizar um ataque suicida atingindo somente inocentes. E a parte heróica da coisa, pelo que eu consegui entender, é se esconder numa caverna. Doce.

Bin Laden escreveu:
E mesmo que por ora tal pureza de convicção seja eventualmente apanágio de poucos, vale aqui rememorar a supina divisa de Santo Atanásio: “Se o mundo estiver contra a verdade, então Atanásio estará contra o mundo!”.

Pureza de convicção? É isso que me pega. Toda corrente de pensamento tida como de 'esquerda' sempre envolve o ato de subestimar a capacidade mental de quem não partilha das mesmas idéias. Eu não apóio Bin Laden porque sou desinformado! A frase, portanto, devia ser "Se o mundo estiver contra a 'verdade', então foda-se eu sou mais esperto que o mundo".


Bin Laden escreveu:
Destarte, ao homem plenamente plena e visceralmente convicto da divina sabedoria das Leis Eternas não importa o vozerio fátuo e volúvel das multidões, pois ele detém o Caminho, enquanto todos os demais, plenos de orgulhosa insensatez e fátuas, ‘certezas’ fátuas, em verdade vagueiam perdidos por um orco de trevas.

Eu troquei 'homem' por 'misto-quente' e esse trecho continuou fazendo o mesmíssimo sentido. Acredito, no entanto, que isso se deva pelo alto grau de impureza em mim!!



Bin Laden escreveu:
Impõe-se, neste momento, a seguinte indagação: por que as emproadas ‘democracias’ ocidentais manifestam tamanho temor em relação a movimentos como a Al Q’aida, o Hamas ou o Hizbollah?

Porque nunca se sabe quando um filho da puta desses vai atacar em qualquer lugar. Toda sua defesa a eles não vai te fazer morrer menos se eles decidirem explodir a padaria aonde você compra 6 pães todo dia.

Bin Laden escreveu:
A resposta não passa apenas, como soem proclamar os corifeus da ‘guerra ao terror’ (pouco importa se ‘republicanos’ ou ‘democratas’), por meras questões de segurança e estratégia, mas atinge, na verdade, um plano muito mais recôndito e fatal, vale dizer, a terrível e generalizada crise que o Ocidente atravessa em praticamente todos os seus sistemas de crença.

Rebecca Black é possivelmente a cantora mais famosa do mundo agora. Pense nisso na próxima vez que considerar que o Ocidente seja capaz de ter uma consciência pra ter uma crise em primeiro lugar.

Bin Laden escreveu:
Decerto não falo aqui das hordas ignaras de sequazes do tele-evangelismo, por exemplo, ou de outros opiáceos pseudo-espirituais do mesmo jaez, mas sim das elites políticas e intelectuais do Ocidente, ou seja, daqueles que efetivamente têm nas mãos as rédeas de nossas 'democracias'.

Ou seja, pseudo-análise política. Oba.


Bin Laden escreveu:
Ora, sabemos todos que nossas elites estão cada vez mais céticas, cada vez mais destituídas de qualquer convicção profunda, cada vez menos seguras de si mesmas; em contraposição à essa dinâmica, temos em figuras como Osamma Bin Laden um estado de certeza plena, peremptória e inexorável a propósito de seus mais recônditos desígnios.

"Temos"? "Temos" quem? Eu chuto que uma porcentagem absolutamente insignificante da população ocidental tem no Bin Laden um estado de certeza plena.


Bin Laden escreveu:
A modernidade vacilante, descrente de si mesma, irreversivelmente submetida à precariedade da lógica temporal, incapaz de gerar qualquer estratégia discursiva nova de legitimação, não pode vencer os que "combatem na Eternidade". Como diria mestre Dugin: "É o retorno dos Arcanjos, a ressurreição dos Heróis, a revolta do Coração contra a ditadura da Razão."

MESTRE DUGIN? Nessa parte você se entregou que tá é de brincadeira.


Bin Laden escreveu:
Seria, pois, de bom alvitre que os supracitados ‘custódios’ da Tradição lessem, ao menos por ora, mais Dugin e menos Guénon...
]

Mais histrionismo bosta, menos capacidade de articulação baseada em lógica ao invés de "lógica"!


Bin Laden escreveu:
Bin Laden está plenamente equipado, portanto, para uma análise em alto nível da geopolítica mundial, lide a que amiúde se dedica com grande clareza, lucidez e descortino crítico, surpreendendo assim os que o têm na conta de um 'fanático' religioso primitivo.

Ele fazia isso tudo de dentro de sua caverna, brilhantemente articulando com o Sr. Camelo e o Dr. Palito de Dente!
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Heisenberg

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Seg Maio 02, 2011 10:20 pm

Estados Unidos sempre vence no final, vão chupando!!!!!

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Coroné
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Seg Maio 02, 2011 10:28 pm

Engana-se, ó dileto irmão. É o começo do fim. Sheykh Usāmah bin Muḥammad bin ʿAwaḍ bin Lādin nunca seria capturado ou assassinado caso assim não o quisesse, caso esta não fosse a VONTADE de Allah, o Clemente, o Misericordioso. Ele se deixou assassinar, assim a exemplo do Messias cristão, para servir à ETERNIDADE, ao imorredouro lume do clamor dos mártires, aos miríficos desígnios da REVOLUÇÃO ISLÂMICA, à sempiterna filosofia infinitamente presente nos ensinamentos de Allah, cujos planos transcendem nossa compreensão. Que Allah o abençoe infinitamente e o tenha em bom lugar.

GLÓRIA ETERNA, ALLAH-HU AKBAR Reza1 Reza1 Reza1 Reza1 Reza1 Reza1

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Heisenberg

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Seg Maio 02, 2011 10:36 pm

Se é uma batalha divina então o que acontece aqui na terra não tem a mínima importância.

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Coroné
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Seg Maio 02, 2011 10:55 pm

A morte do Sheykh guiará diligente intenso lume, diretriz transcendental de catadupas de bashi-bazouks ascendendo miríades de miríades de exércitos ao clamor dos JUSTOS, a serviço da REVOLUÇÃO, a sempiterna Brigada dos Mártires precipitando cinério fogo celestial cindindo eternamente sobre as cabeças dos infiéis, contra fortificações e linhas de batalha do inimigo em derrocada.

OSAMMA NAS ALTURAS!!

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Kamikaze
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Ter Maio 03, 2011 1:24 am

Morricone escreveu:
Se é uma batalha divina então o que acontece aqui na terra não tem a mínima importância.

Estás começando a compreender tudo, irmão.

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Ter Maio 03, 2011 2:42 am

A propósito: a tipologia categorial estreita característica das escolas de pensamento iluministas jamais compreenderá que Osamah Bin Laden possa ser, como de fato o é, ao mesmo tempo um warlord medieval e um líder revolucionário do século XXI, ou seja,uma figura onde o arcaico e novo estão entrelaçados de forma indissolúvel.

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Ter Maio 03, 2011 8:24 am

Bin Laden escreveu:
Morricone escreveu:
Se é uma batalha divina então o que acontece aqui na terra não tem a mínima importância.

Estás começando a compreender tudo, irmão.

Porra, e o q tu tá fazendo aqui então, que ainda não se matou? Twisted Evil
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Mr Mac

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Ter Maio 03, 2011 12:19 pm

Bin Laden escreveu:
A propósito: a tipologia categorial estreita característica das escolas de pensamento iluministas jamais compreenderá que Osamah Bin Laden possa ser, como de fato o é, ao mesmo tempo um warlord medieval e um líder revolucionário do século XXI, ou seja,uma figura onde o arcaico e novo estão entrelaçados de forma indissolúvel.

Já que evocastes os neo-iluministas, certamente Voltaire diria nesses tempos atuais que esse tal warlord medieval não passa de um covarde cagalhão incapaz de seguir o que ele prega já que não foi a luta de fato e se escondeu como um rato. Certamente assim continuaria se nunca o achasse. Na operação de sua morte ainda usou uma mulher como escudo humano prova de que sabe que a vida acaba aqui e não há eternidade para quem usa da Razão. Esse tal pós-morte platonista regradas a dogmas revolucionários herdados de povos barbaros e fanáticos religiosos serve de desculpa para muita coisa, inclusive criar homens bombas só que essa é sem dúvida a ultima solução do covarde que acha que imperialismo americano é pior que a expansão do Comunismo que em termos geograficos é visivelmente maior. Vide China, Russia e America Latina.
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Kamikaze
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Ter Maio 03, 2011 4:16 pm

Alguém o viu escondendo-se atrás d'uma mulher, ou 'sabemos' disto apenas através das informações divulgadas pelo confiabilíssimo governo norte-americano?


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Heisenberg

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Ter Maio 03, 2011 10:13 pm

Apesar de ser um californiano de espírito, non acreditei nessa história de que ele se escondeu atrás da mulher. Decidiram matar todo mundo e ponto.

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 12:08 am

Bin Laden escreveu:
Alguém o viu escondendo-se atrás d'uma mulher, ou 'sabemos' disto apenas através das informações divulgadas pelo confiabilíssimo governo norte-americano?

Como se isso mudasse alguma coisa. Ademais, fico pensando quem seria confiavel dizer que não foi assim. Talvez um capanga que sobreviveu e gravou de celular?. Issononekziste. Laughing
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Lionel Richie

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 12:47 am

Bin Laden escreveu:
Alguém o viu escondendo-se atrás d'uma mulher, ou 'sabemos' disto apenas através das informações divulgadas pelo confiabilíssimo governo norte-americano?

Faz diferença? Não é como se ele não tivesse passado 10 anos escondido.
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 12:57 am

E insistindo nos iluministas, se basearmos no Imperativo Categórico Kantiano, Bin Laden caga pra todas as normas de ética e moral mesmo aquelas dignas dos grandes guerreiros. Esse ai era mais um que acreditou em Maquiavel "Os fins justificam os meios" e sifu.
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 5:58 am

-"O coração do sábio o inclina para a DIREITA, mas o coração do tolo o inclina para a ESQUERDA."(Eclesiastes 10:2).

Av2
(Mateus 25:34) - Então dirá o Rei aos que estiverem à sua DIREITA: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
[...]
(Mateus 25:40) - E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
(Mateus 25:41) - Então dirá também aos que estiverem à sua ESQUERDA: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;


RESULTADO: direitistas vão pro céu, esquerdistas vão pro inferno. Reza2
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 7:57 pm

Tem que rir disso.
No site do Itamaraty trocaram o nome do OSama por OBama o que por si só seria cômico. Não obstante, disseram que o corpo do OBAMA foi ENTERRADO NO MAR!

http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/agencia-brasil/2011/05/02/imprensa-norte-americana-diz-que-corpo-de-obama

É ver com seus próprios olhos antes que alterem. Temos que rir mesmo do nível acadêmico desse pessoal.

ROFL ROFL ROFL Suicide
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 10:15 pm

Arrumaram o "Obama" mas deixaram o "enterraram no mar" ROFL
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Coroné
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 10:38 pm

Prodigio escreveu:
Arrumaram o "Obama"
msg subliminar

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qua Maio 04, 2011 11:58 pm



Esse deve ser parente do Fred. Laughing


Última edição por horse em Qui Maio 05, 2011 12:55 am, editado 1 vez(es)
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Coroné
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qui Maio 05, 2011 12:14 am

OSAMMA NAS ALTURAS!! Reza1 Reza1 Reza1

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qui Maio 05, 2011 12:54 am


affraid2
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Coroné
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qui Maio 05, 2011 1:42 am

Melhor Fred se cuidar. O governo norte-americano pode invadir a casa dele a qualquer momento, quebrar a coleção de vinil, tacar fogo em edições raras de gibis, time de botão, ioiô de marfim c'o madrepérola, playboy da magda cotrofe, fotografias antigas etc... Medo! Medo!

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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   Qui Maio 05, 2011 11:16 am

EXCLUSIVO! OSAMA NÃO MORREU!



Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing
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MensagemAssunto: Re: (1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن   

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(1957 - 2011) أسامة بن محمد بن عوض بن لادن
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